quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Tiques... perdidos no tempo. (@msn.pt)




O projeto do Museu de Sines, que está instalado dentro do castelo, decorre em parceria com o departamento de Física da Universidade de Évora, que desenvolveu a tecnologia de prospeção geofísica que é utilizada para procurar vestígios enterrados e, assim, contribuir para decidir onde escavar em futuras campanhas arqueológicas.

"Vamos utilizar alguns métodos de leitura do terreno, com o Departamento de Física da Universidade de Évora, que vai passar, até sexta-feira, aquilo que se chama um georradar, que vai permitir fazer uma leitura de tudo o que está enterrado dentro do castelo", explicou à agência Lusa o coordenador do museu, Ricardo Pereira.

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