O projeto do Museu de Sines, que está instalado dentro do castelo,
decorre em parceria com o departamento de Física da Universidade de
Évora, que desenvolveu a tecnologia de prospeção geofísica que é
utilizada para procurar vestígios enterrados e, assim, contribuir para
decidir onde escavar em futuras campanhas arqueológicas.
"Vamos
utilizar alguns métodos de leitura do terreno, com o Departamento de
Física da Universidade de Évora, que vai passar, até sexta-feira, aquilo
que se chama um georradar, que vai permitir fazer uma leitura de tudo o
que está enterrado dentro do castelo", explicou à agência Lusa o
coordenador do museu, Ricardo Pereira.
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