sábado, 24 de setembro de 2016

Palavras... sobre o passado... Tiques... do presente.


 
Monografia Arqueológica do Concelho de Moura

Livro composto por um vasta coleção de registos e histórias bastante interessantes sobre a região do guadiana.
 
Contém:
 
- lendas associadas aos diferentes locais arqueológicos, sempre associadas a tesouros e mouras encantadas, mulheres de olhos lindos e vivazes com corpo de serpente.
 
- Semelhança com mitos nórdicos. Influencia celta? -

- desprezo por estes locais pelos demais povos que nesta terra habitaram, tais como, agricultores romanos à procura de lucro.
 
- locais passados com passado mais próximos do que alguns pensam.
 
Nele se encontram as margens dos rios, uma vez mais ligados à fixação dos povos do neolítico que nestes locais praticavam a agricultura em terrenos férteis, aráveis e irrigáveis.

Nele se descrevem muitas ruínas e artefactos por descobrir devido ao desconhecimento, superstição, preguiça ou alienação total com os temas da evolução, historia e avanços da humanidade.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Tiques... de crescimento (@msn.pt)



Broc Brown tem 19 anos e mede 2,34 metros de altura e não consegue parar de crescer. A cada ano que passa, indica a Fox News, o norte-americano natural de Michigan cresce 15 centímetros. A este ritmo, poderá superar o homem mais alto do mundo, com 2,48 metros de altura.

Broc foi diagnosticado aos cinco anos com uma doença que afeta uma em cada 15 mil pessoas. Chama-se Síndrome de Sotos e leva a que tenha dificuldades de aprendizagem, elevada tensão arterial, déficit de atenção e um transtorno explosivo intermitente. E ainda que sofra de um estreitamento da medula espinal e uma curvatura na coluna que lhe provoca fortes dores, não pode tomar analgésicos. Broc é acarinhado pela comunidade local, que angariou já, a pensar em si, cerca de nove mil euros, usados, em parte, para comprar roupa e calçado, que têm de ser feitos à medida.

Notícia original em:
http://www.msn.com/pt-pt/noticias/sociedade/o-rapaz-com-mais-de-dois-metros-que-n%c3%a3o-para-de-crescer/ss-BBwtNb7?li=BBoPWjC#image=1

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Tiques... perdidos no tempo. (@msn.pt)




O projeto do Museu de Sines, que está instalado dentro do castelo, decorre em parceria com o departamento de Física da Universidade de Évora, que desenvolveu a tecnologia de prospeção geofísica que é utilizada para procurar vestígios enterrados e, assim, contribuir para decidir onde escavar em futuras campanhas arqueológicas.

"Vamos utilizar alguns métodos de leitura do terreno, com o Departamento de Física da Universidade de Évora, que vai passar, até sexta-feira, aquilo que se chama um georradar, que vai permitir fazer uma leitura de tudo o que está enterrado dentro do castelo", explicou à agência Lusa o coordenador do museu, Ricardo Pereira.

Mais informação em:






quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Palavras ecológicas...(@ionline.pt)

A UE quer acabar com as lâmpadas de halogéneo


Estas começam a ser descontinuadas nos Estados-membros da União Europeia.

O fim das lâmpadas de halogéneo é uma medida que agrada às associações ambientalistas para as quais este é um importante passo para reduzir a fatura energética.

A data foi definida pela Comissão Europeia, em 2009, para terminar com a comercialização das lâmpadas de halogéneo direcionais de tensão de rede na Europa.

“Foram assim dados à indústria sete anos de preparação para eliminar gradualmente a utilização de lâmpadas de halogéneo em domicílios e esgotar os 'stocks' existentes”, apontou a associação ambientalista Zero, em comunicado.

Segundo a Zero, estas são lâmpadas usadas sobretudo em tetos falsos ou em acessórios de casa de banho, por exemplo, tendo habitualmente uma eficiência energética com classificação D.

Razão pela qual, a Zero lembra que existe já uma “enorme oferta de soluções alternativas”, lâmpadas LED, com classificação A, “com muito menor consumo de eletricidade, maior durabilidade e com diferentes cores de luz de acordo com a potência do consumidor”.

Para a associação ambientalista Quercus, “este é um importante passo para reduzir a fatura energética das famílias portuguesas” e aproveita para apelar aos retalhistas que informem devidamente os consumidores.

Isto porque os retalhistas só podem vender, a partir de hoje, as lâmpadas de halogéneo que tenham em 'stock'.